Archive for dezembro \31\UTC 2009

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Happy New Year!

31 de dezembro de 2009

Pra comemorar o ano-novo é só festejar, mas ver coisa boa na tv também é TDB!
Veja:

Boomerang:

Das 6h de quinta-feira (dia 31) às 6h de sábado (dia 2), o Boomerang transmite maratona do programa Boom Box. Foram selecionadas quatro edições com personalidades gringas – McFly, Paramore, Fall Out Boy e Mika – mais três feitas no Brasil com NX Zero, Pitty e Fresno.

Sbt:

Uma hora de Sucesso Especial com participação do Nx zero!!!!! Vai ao ar quinta-feira, dia 31, a partir das 23h15.

Globo:

Clássico: A programação da virada de ano da Rede Globo vai trazer, nesta quinta-feira, a partir das 22h15min, 38 artistas para receber 2010 embalado pelas músicas de grandes nomes nacionais. Começa com a banda CPM 22, seguida pelo rock dos cariocas da Detonautas, dos mineiros da Skank e da paulista NX Zero.

E na Net:

Nada a ver com bandas, mas Federico Devito é muito lindo! Vale a pena: Capricho/Colírios/Fed

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Entrevista com Restart S2

31 de dezembro de 2009

Pouco mais de um ano atrás, Pe Lu, Pe Lanza, Koba e Thomas eram garotos de colegial que começavam uma banda, assim como muitos meninos de sua idade fazem. Mas, eles tinham algo de especial. Determinados e com muita criatividade, os quatro começaram a ganhar destaque pela música, pelo visual e pela simpatia com seu grupo de fãs que foi aumentando, cada vez mais e mais…

Hoje, os meninos têm um número de fãs incontável e começam a firmar seu lugar em grandes meios, com músicas em rádios e clipe nos canais de Tv.

Ficou curioso para saber mais sobre a banda Restart? Conversamos com o vocalista e guitarrista Pe Lu, que contou pra gente tudo o que aconteceu e está acontecendo com a banda.

Temos aqui histórias divertidas sobre a amizade dos integrantes da banda, suas fãs e sua música!

Pe Lu, vocês montaram a banda pouco mais de um ano atrás. Agora lançarão seu primeiro disco e o número de fãs cresce a cada dia. Vocês conversam entre si sobre isso? A ficha caiu?

A banda tem um ano e poucos meses. Um ano atrás, eu estava me formando no colégio, os meninos estavam indo para o terceiro ano, que é aquele ano decisivo e eu estudando para o vestibular, como um louco. Tava todo mundo naquela fase: o que vamos fazer da vida?

E a gente sempre tocou. E nós estávamos com uma outra banda, que não tava muito legal e então a gente se juntou e pensamos: “Em vez de tentar uma “facul” agora, se jogar em um ano de estudo para o vestibular, vamos investir em uma banda? Vamos!”

Então, desde o começo, nós olhamos para a Restart como algo profissional mesmo. Como todo mundo tirava uma, falando “o que esses moleques querem com banda?”, nós sempre encaramos a Restart como trampo, trabalho.

Então, um ano depois, as coisas aconteceram muito mais rápido do que a gente esperava. Música na rádio, estamos com clipe na Tv,conseguimos assinar com um escritório super legal e vamos lançar um CD.

Nós tentamos evitar pensar nessas coisas que estão acontecendo, encaramos assim: “vamos continuar trabalhando. Agora que a música entrou na rádio, o próximo passo é fazer ela ser o primeiro lugar. Ficou em primeiro lugar? Vamos agora levá-la ao primeiro lugar no interior. Gravamos um clipe bacana? Então vamos lançar um Cd legal, com boas músicas”.

Nós já estamos pensando no próximo CD, sabe? Nós tentamos não pensar nisso de “olha que louco, tudo em um ano. Nós somos demais. Os shows estão cada vez mais cheios”. Até para não subir à cabeça.

Tá tudo rolando muito legal agora, mas música, e quem vive de arte sabe, são subidas e descidas, o tempo todo. Hoje você está no Top e pára de trabalhar e acha que tudo está lindo. Amanhã “já era”.

Nós damos o máximo de atenção que a gente consegue, para todo mundo. E isso desde sempre e acho que foi o que fez as coisas acontecerem muito rápido. Nós sempre mantivemos esse contato direto com as pessoas.

A gente até atende por telefone. As meninas descobrem nosso telefone, atendemos e dizemos que somos nós mesmos.

Tá tudo rolando muito bem, mas pé no chão, que tem muita coisa pela frente ainda.


E antes do Restart, vocês já eram amigos? Tinham outras bandas?

Nos conhecemos há uns 8 anos, pelo menos, de colégio, pois estudávamos todos juntos. E depois de um tempo o Thomas mudou de colégio, mesmo assim a gente continuou se falando. E sempre tivemos essa relação por causa de bandas. Sempre gostamos de tocar e acabamos tocando em outras bandas juntos.

A música sempre uniu a gente, desde pequenos. O Pe Lanza e o Koba começaram a se falar porque gostavam de Guns ‘N Roses, eram muito fãs e começaram a tirar umas músicas juntos.

Aí anos depois, nós quatro ficamos muito amigos e começamos a levar violão para o colégio e fazíamos rodinha e tal.

Sempre fomos muito amigos e nunca perdemos esse contato, durante muito tempo. Então é uma família, praticamente. Agora, eu vejo mais eles do que meus pais. Convivemos 24 horas por dia, ainda mais com a divulgação do CD.

Então, nós quatro somos os melhores amigos um dos outros.

A média de idade da banda é menor que 18 anos. Vocês têm outros planos na cabeça além da música, como faculdade, por exemplo?

Nós temos a banda como uma opção de investimento. Eu tenho amigos, que em vez de fazer uma faculdade, foram fazer um intercâmbio, que estão no pique de estudar fora, aprender uma língua nova em um, dois anos e voltar para conseguir um emprego ou fazer uma faculdade.

A banda é como se fosse uma opção a mais. Não é todo mundo que pode fazer isso. Então, acho que agora, não temos pensando em nada além disso.

Eu até comecei uma faculdade esse ano (de produção musical), mas eu tranquei porque não dá tempo mesmo. Não é nem por falta de vontade.

Eu tenho muita vontade de voltar a fazer uma faculdade e os moleques estão se formando esse ano, também têm vontade. Mas agora, nós não estamos com tempo, nem cabeça pra pensar. A gente tá 100% focado na banda. Não fazemos mais nada. Quando eu falo nada, é nada mesmo além de banda (risos).

E quando montaram a banda, qual era a principal inspiração musical de vocês. Alguma banda em especial?

Tem gente que até não acredita, devido a nossa idade. Eu e o Koba estudamos quatro anos em conservatório. A gente tocava MPB, jazz e samba. O Pe e o Thomas sempre foram autodidatas, mas eles curtiam ouvir muito Guns ‘N Roses, Led Zeppelin, coisas mais clássicas.

Quando a gente formou a Restart estávamos muito ligados em bandas de Myspace. Os gringos têm uma cena independente muito forte. Um monte de banda, que são gigantes, fazem turnês pelo país todo e chegam a tocar na Europa e Japão e que às vezes não chegam ao Brasil porque não tem o apoio de uma grande gravadora, então eles se viram sozinhos mesmo.

São bandas como o All Time Low, The Maine, Cobra Starship, que é uma banda que está chegando cada vez mais aqui no Brasil e tocando na rádio. E são nomes como esses que na época estávamos ouvindo muito e acho que influenciaram diretamente mais nas composições.

Quem compõe a maioria das músicas somos eu e o Koba. Eu costumo escrever a letra e o Koba chega com uma batida.

Mas falar que só essas bandas são influências fica pequeno demais porque a gente ouve de tudo. Então, até hoje eu curto ouvir MPB, Rock, como Jimi Hendrix. Eu piro nisso e os moleques também.

Eu acho que tudo vira influência porque você pega o violão e vai reproduzir tudo aquilo que tem escutado e o que tem de bagagem musical.

A Restart é uma mistura de tudo isso que a gente ouve desde os nove, dez anos de idade. A Restart é o resultado dessas nossas experiências com bandas, de nosso estudo e interesse em conhecer sons novos. Então é uma “mistureba” na real.

Fale um pouco do visual da banda. Vocês dão bastante importância para isso. De onde veio a inspiração para o colorido nas roupas?

A influência dos gringos também tem muito no visual. As bandas de fora se vestem muito bem há muito tempo. Elas sempre conseguem mesclar um som bacana e um visual legal e acho que a gente acoplou isso à Restart.

As nossas músicas são pra cima e queríamos juntar isso ao visual também.

E para mim, show tem que ser espetáculo. Independente de quanto você tem de dinheiro e pode investir. Não adianta você chegar lá e o show ser legal. Quando a pessoa vai a um show, tem que ter um cenário legal, o cara tem que ter uma roupa legal, tem que ter um instrumento legal.

Nós sempre consideramos o visual, tanto para foto quanto show e site, muito importante. Você acaba influenciando as pessoas não só com o som, mas com a imagem que elas têm de você.

E o lance do colorido, a gente quis juntar pelo fato de o nosso som ser feliz. Então quando você vai ao show, as músicas são muito alegres e aí olha para o palco e vê um amplificador listrado, coloridão. Você olha para o menino que está cantando e ele está usando uma calça verde-limão, com uma camiseta roxa! E meio que mescla tudo.

E aí, a gente começou a ver em shows, que os moleques também estavam curtindo, usando calças coloridas e as meninas achando demais. Então pensamos: “Vamos firmar isso. O lance do visual, do colorido”.

Vocês ouvem o pessoal fazer comparações entre vocês e o Cine? Concordam?

A gente ouvia mais. Porque a Cine e a Restart saíram do mesmo lugar. Os moleques também são aqui de São Paulo. Todo mundo começou tocando na Tribe House, um lugar onde a gente toca lá, a Cine toca lá também. É a nossa casa.

A diferença é que a Cine tem dois anos a mais que a gente de banda. Não sei se é um ou dois anos. Então, quando eles surgiram primeiro na mídia, a gente já existia, só que não tinha CD.

Quando a gente apareceu, a primeira coisa que a galera falou foi: “Putz, os caras são iguais”. Por que? Porque é novo. Mas, se você for olhar para a Cine agora, eles já não estão mais tanto nessa parada do colorido.

O Cine tem umas batidas mais “dance”, uma influência muito maior da música eletrônica do que a gente e visualmente não tem muito essa pegada coloridona, muito chamativa. Eles se vestem muito bem, também tem a influência visual dos gringos, mas eu acho que é outra vertente.

Mas isso acontece com todo mundo, assim quando apareceu o Nx Zero e depois o Fresno, todo mundo falou que era a mesma coisa.

Porém, as semelhanças entre as bandas, acho que a galera vai percebendo com o tempo, que são coisas diferentes. Ainda rola de o pessoal jogar tudo no mesmo saco, mas quem faz isso é a galera do preconceito.

Acho que com o tempo isso vai sumindo. O Cine é o Cine, o Restart é o Restart. Cada um está fazendo o seu trabalho.

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Entrevista com o DH

31 de dezembro de 2009

Eles começaram há pouco mais de cinco anos, quando ainda iam a shows no Hangar 110, em São Paulo, e sonhavam em subir no palco onde suas bandas preferidas tocavam. Hoje, os integrantes da banda Cine conseguiram superar o sonho de quando começaram tudo e mais: conquistaram seu espaço com sonoridade e estilo próprios.

As influências são diversas, mas a principal não está apenas no som. Está também no visual. O colorido dos anos 80 e o bordão “Dance, não se canse” são as marcas registradas do Cine, que vem atraindo cada vez mais uma legião maior de fãs.

Não é à toa que a banda já foi escalada para abrir os shows dos fênomenos “teen” Jonas Brothers e McFly, no Brasil. Recentemente, o grupo também ganhou uma indicação a revelação do Prêmio Multishow. E não bastasse isso tudo, 2009 ficou ainda mais especial para Dh (vocal), Bruno (baixo), Dan (guitarra), Dave (batera) e Dash (DJ), com o lançamento de “Flashback”, primeiro disco de estúdio da banda.

Conversamos com o vocalista do Cine, que falou sobre o começo deles, as influências e os planos do grupo daqui pra frente. Com muito bom humor, DH respondeu às nossas perguntas e revelou algumas curiosidades. Confira:

Como e quando vocês iniciaram a banda?

A gente se conheceu no colégio, eu e o Dan (guitarrista) e queríamos tocar em um festival em nosso colégio. Depois disso, conhecemos o Dave (baterista) e o Bruno (baixista), formando assim a banda, que se chamava então Without Shoes, em 2004.

Só que não deu certo e, em 2007, com os mesmos integrantes formamos o Cine com uma proposta mais dançante, com influências oitentista, noventista. E depois disso, o Dash (Dj) entrou.

Hoje, fica visível na sonoridade de vocês a influência do Pop oitentista. Porém, como vocês mesmos afirmaram em entrevistas anteriores, a vontade de formar uma banda veio dos shows de punk e hardcore melódico. Foi difícil pra você escrever músicas com essa mistura de sonoridades?

Na verdade, nem foi tão complicado, assim como se imagina. Eu lembro de ir para o colégio com o meu pai e ele ouvindo rádios, com umas baladas anos 80, com bandas como Simple Minds e A-Ha. Então, eu já tinha essa influência.

O visual de vocês é marcante, não apenas pelo estilo, mas pela diversidade das cores. Vocês consideram o visual um detalhe muito importante para o Cine?

Quando a gente começou com o Cine, já tivemos a idéia de ter esse visual um pouco mais pra cima, como o Blink 182, na fase do disco Enema Of The State, quando usavam roupas assim.

Outras bandas influenciaram também, como o Cobra Starship, que usavam faixas na cabeça e a gente achava isso legal. Começamos a usar aos poucos os acessórios e acabou que o nosso público começou a usar isso também e ir aos shows usando essas roupas características, começou uma ceninha em volta disso, sabe. E outras bandas também começaram a ter esse visual. A gente foi meio que precursor. De início a galera achava meio estranho, pensavam: “Que isso, o que eles estão tentando fazer?” Mas depois foram entendendo a proposta e acabaram gostando.

Vocês fazem questão de se distanciar do rótulo “emo”, aceitando até melhor, com bom humor, a definição “boy band”. Então, contem para a gente quais são as vantagens em ser uma “boy band”, na opinião de vocês.

A gente brinca com isso sabe, porque nos nossos shows tem 95 por cento de meninas. E elas que foram brincando e criando esse rótulo. Depois demos uma escrachada, dizendo que preferíamos ser uma boy band porque todos os caras são bonitinhos, cantam bem e tá cheio de mulher atrás deles. (risos)

E vocês nunca tiveram atração pela cena “emo”?

A gente tinha uma banda que tocava nessa cena, que era o Without Shoes. Só que a gente tinha a pegada mais rápida, não melódico que caia mais para o “emo”.

Mas, o Cine nunca teve a intenção de seguir para o “emo” e sempre teve uma proposta mais pra cima e visual colorido, “vamos pra balada, curtir”, sabe?

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Entrevista: Hevo 84

31 de dezembro de 2009

Naturais do estado do Paraná, os integrantes da banda Hevo84 fazem parte da geração 2.0 e têm total noção disso. O quarteto sempre usou a internet como uma ferramenta valiosa de divulgação. E muito frutos foram colhidos desde então.

Prova disso foi assistir suas músicas como destaque em programações de canais de TV de grande audiência: na MTV, aconteceu a estréia da música A Vida é Minha. Na Rede Globo, o sucesso Passos Escuros foi destaque em Malhação e ganhou destaque na trilha sonora da série.

Conversamos com o vocalista da banda, Renne, que nos contou sobre a história do Hevo84. Confira:


Conte para a gente a história antes da banda. Como vocês se conheceram e tiveram a idéia de formar a banda?

Eu e o Fernando (guitarra) nos conhecemos no colégio, por volta da 5ª série. A gente trocava jogos de videogame o dia inteiro. Eu já tocava piano e fazia algumas coisas de som, mas o contato foi ali.

E depois nessa amizade, a gente queria fazer uma banda. E quando a gente tinha uns 15 anos, nós resolvemos nos juntar para fazer um som e aí rolou.

Então, quando fomos para Curitiba conhecemos o Suspiro, que é o baixista até hoje, e o Lelo que na época, que era de Garapoaba e ele viajava até Paranágua para a gente ensaiar.
O Victor (bateria) foi o ultimo a entrar na banda, isso faz uns 3 meses. Ele é de Curitiba, de uma banda que produzi e gravei o Cd. Achei ele bacana, com uma bagagem musical boa e o convidei para fazer um teste e daí rolou. Nós conseguimos fechar um time bem legal, sendo dois de Curitiba e dois de Paranaguá, litoral do Paraná.


A internet é declaradamente a principal ferramenta de divulgação de vocês. Isso foi natural ou foi incentivado por alguém fora da banda?

Na época que a gente começou a divulgar pela internet foi quando começou a se criar essa evidência do Orkut. Nessa época tinha o Fotolog, que era complicado divulgar, então começamos a divulgar pelo Orkut. Descobrimos algumas ferramentas e era mais fácil, pois criávamos as mensagens que queríamos enviar para a galera, fazendo propaganda e ficávamos o dia inteiro no “CTRL C + CTRL V”.

Fizemos comunidade. Quando deu cem pessoas na comunidade a gente comemorou, quando chegou a mil pessoas comemoramos também. Hoje temos mais de 60 mil. Está muito legal. E continua crescendo e nós sempre divulgando.

Depois pintou o Myspace, Facebook e agora o Twitter. Então, sempre tem meios que aparecem e vão se renovando. São ferramentas f****** para nós sempre estarmos divulgando.
E a gente, que sempre foi uma banda de internet… bem, sempre não né? Começamos pela internet e hoje em dia a divulgação rola por rádio e outros meios também, mas a gente continua batendo forte na internet que é onde o nosso público alvo usufrui muito, meio que todo dia. A galera que vai em nossos shows está sempre em contato direto com a internet.

Então, a gente sempre mantém o pessoal atualizado com a agenda e tudo mais. Então se rola um show na cidade da pessoa, ela já sabe e vai.

A banda foi ganhando notoriedade até conseguir aparições na MTV e na Tv Globo, na série Malhação. Isso foi algo que deixou vocês realizados ou a banda quer ainda mais?

É o lance de querer sempre mais e não parar. Quando a música entrou na novela, a gente teve a noção que era importantíssimo, mas não era o 100%. Era apenas mais um passo para continuar idealizando, para isso continuar crescendo. Era mais um tijolinho ali.

Quando a música entrou no CD da Malhação era mais um tijolinho, quando a música está bombando nas rádios, como agora, já é um grande degrau que nós subimos. Quando rolar em uma grande canal, como a Tv Globo, pintar em um “Faustão”, aí vai ser um outro lance.

Então, nós temos noção que é muito significativo, é muito importante cada etapa dessas, mas a gente mira algo bem alto. Tudo que está acontecendo, nós estamos obviamente trabalhando por isso. Mas, cada lance desses é um degrau de uma escada, em um topo que a gente quer chegar.

Depende de vários fatores: sorte, trabalho… estar no lugar certo, na hora certa. Depende muito da estrela de cada um. E tá rolando legal, um passo de cada vez e que venham os próximos.

Renne, conte pra gente de onde você busca inspiração para escrever suas letras. Existe algum lugar ou hora que sejam mais apropriados para compor?

Eu geralmente componho pensando em um resultado final. Eu não pego o violão e escrevo para ver no que dá. Eu já meio que foco em uma referência, tipo: “Hoje vou fazer uma balada”. Daí começo a fazer, busco umas influências legais, vou atrás de conteúdo, tento me atualizar bem para fazer um negócio bacana.

E eu gosto bastante do que eu faço e as letras da banda não giram em torno apenas de falar de amor, do menininho e da menininha. Tem outras coisas bem legais que a gente aborda. Longo Caminho (parte II) fala de dar um tapa na cara da galera que teve inveja da gente, que não acreditou no lance do Hevo84 acontecer e tal. São raps nos versos, que fala que somos do litoral e fomos para a capital e passamos dificuldade e tal.

A Passos No Escuro fala sobre o lance de sair de Paranaguá e ir para Curitiba arriscar, sobre largar tudo e mandar ver mesmo.
Então são vários temas bem legais, que nem sempre são sobre relacionamentos e é isso que eu acho mais bacana. No CD novo a gente tem outras músicas que também não falam necessariamente de amor. Os conteúdos são bem diversificados e eu acho que isso enriquece um pouco o trabalho, pois você sai um pouco daquele estereótipo da galera achar que você é emo por só falar de amor e decepções amorosas.

Eu falo algumas coisas sobre a gente e por outro lado tem outras coisas que é meio que tétrico, eu meio que me ponho em um personagem, “piro” em uma situação e vou escrevendo, escrevendo e escrevendo até fazer sentido, tudo certinho: contexto, buscar um refrão legal, deixar as melodias fortes, bem grudentas.
Eu faço por partes a música e viso esse resultado final pensando numa métrica, tipo: “Ah essa vai ser porrada. Essa vai ser balada”. Basicamente isso.


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Galeria

30 de dezembro de 2009

OIE!
NEWS! É fiz uma galeria com fotos do REPLACE, NX ZERO, CINE, RESTART, ALL TIME LOW e HEVO 84!!!
Confiram aqui

> Tava pensando em fazer um álbum do Gloomy bear – ali em cima – mas aí fiquei com preguiça… Um dia faço um só de toy art pra vocês *___*

P.s.: Se quiserem fotos de outras bandas é só falar =]
bejuuu! :*

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Replace =]

29 de dezembro de 2009


Provavelmente você já conhece ou ouviu falar da banda Replace. E, se você gosta deles como eu, leia a entrevista abaixo emais importante: entrem no myspace deles >>>>>>>> /replacemusic


>De onde surgiu o nome da banda?

Koala: A gente tinha marcado uma reunião para escolher e cada um ia dar a opinião de alguns nomes e Replace é o nome de uma música de uma banda chamada Garage Fã, que todo mundo gosta muito. Nós pegamos a lista e vimos Replace e todos falaram: é isso mesmo. Foi por unanimidade, ainda mais pelo sentido da palavra, que é “substituir”. A gente não queria ser só mais uma banda.

Beto: Os outros nomes da lista eram horríveis.

Qual é o estado civil de vocês? Acontece de ficar com fã em apresentações da banda?

(Todos riem)

Beto: Na verdade eu sou o solteiro do Replace, envie seus currículos para… MENTIRA! (risos). Eu sou o Beto, sou solteiro. O Vine é um menino que namora muito sério. O Caio também é um solteiro muito sério.

Caio: Eu sou um solteiro muito sério? (risos)

Beto: O Ko também namora, o P.A está até bonito de aliança.

Caio: Que além de cair, ele também namora. (risos de todos)

Beto: Sempre rola essa pergunta de “vocês namorariam uma fã”. Na minha minha opinião, fã para mim é uma pessoa normal. Se eu me interessar por uma fã, eu ficaria com ela numa boa, até namoraria. Porque ela não deixa de ser uma pessoa normal como eu.

Caio: Peraí, você não é normal. (risos)

Vocês sabem diferenciar uma fã de uma poser, de uma groupie?

Todos: Poxa, é meio fácil…

Caio: A gente sabe quando a pessoa é fã, quando gosta da banda mesmo, seja pelo jeito dela ou a gente já ter visto na internet. Quando a menina é groupie você vê que a pessoa nem sabe com quem ela está falando direito, ela só sabe que você está no camarim, então você é de alguma banda. É totalmente diferente.

Vine: Poser é uma fã que chegou agora, é uma coisa que o pessoal tem de falar que alguém está ouvindo uma banda que você já curtia desde o começo. É uma fã nova, eu acho, que, como uma fã antiga, ela tá ali para curtir o trabalho.

Koala: As groupies são muito conhecidas, nós sabemos quem são vocês.

MAIS AQUI

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Hevo 84 emplaca segundo sucesso na trilha sonora de ‘Malhação’

29 de dezembro de 2009

Hevo

Saída do interior do Paraná, há quatro anos, a banda Hevo 84, como tantas outras, conquistou público fiel na internet. Mas a sorte bateu à porta dos quatro meninos de Paranaguá, que agora ampliam seus domínios, lançando CD por uma grande gravadora. E mais: emplacam, pela segunda vez, uma música na trilha da novelinha “Malhação”, com a regravação de “Rádio Pirata”, do RPM.

— Começamos na internet e comemorávamos de mil em mil pessoas que entravam na nossa comunidade. Hoje, já temos 70 mil fãs cadastrados — comemora o vocalista Renne, de 24 anos: — Agora, tudo está dando certo pra gente.

Quando trocaram Paranaguá por Curitiba, Renne, Fernando, Rodrigo e Victor Hugo se revezaram entre afazeres domésticos e shows cada vez mais lotados. E justo dali nasceu o grande hit.

— Passamos muitas dificuldades em Curitiba. Foi uma época de crescimento e o resultado foi “Passos escuros”, nossa música de maior sucesso — lembra Renne.

Números do hevo
O fã clube oficial da banda paranaense (agora residente em São Paulo) ultrapassa a marca de 5 mil integrantes. No Myspace, a Hevo 84 bateu 1 milhão de views e mais de 11 mil amigos. No Twitter, os seguidores já são 52 mil.

O nome
Evo significa infinito. O “h“ entrou por numerologia. O oito também é pelo símbolo de infinito e o quatro representa o número de integrantes. O quarteto, aliás, está solteiro. “Mas a gente não sai muito”, desconversa Renne.

Fonte: EXTRA