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Alex Gaskarth colaborando em álbum de Demi Lovato?

12 de fevereiro de 2010

Não é novidade que Demi Lovato e o All Time Low são amigos, e após os rumores de um dueto da cantora com a banda para o novo álbum do ATL terem sido desmentidos, no último dia 9 Demi mandou um tweet para Alex perguntando quando ele voltava para os Estados Unidos para poder escrever algumas músicas com ela.

@ddlovato
– Volte logo para que a gente possa escrever hits e tal.

@AlexAllTimeLow – Em breve. Em Breeeeve.

Será que dessa vez sai alguma contribuição de Alex no novo cd de Demi? Lembrando que no último álbum da cantora, ela contou com a colaboração de William Beckett e o John Mayer.

Fonte: All Time Low br

> Eu ia gostar mutcho se isso acontecesse… Perfecto ♥♥

Viu gnt, num morri ontem O.o

:*

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O clipe de Ponto de Paz =]

10 de fevereiro de 2010

O clipe tá totalmente Phodástico, isso sem contar que a música é linda e o P.A o Vine e o Caio estão lindossss! > Amooo o Caio

Xau, vou desliga o Pc pq parece que vem uma chuva loka por aí >>Medoooooo ! \o/
Se eu não morrer volto amanhã =D Xau :*

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Especial: Bandas reveladas na Internet by Vagalume O.o

10 de fevereiro de 2010

Escolhi o que mais gostei do Especial. Para vê-lo completo, clique aqui

Katy Perry

Diferente de outros artistas, quando Katy Perry começou a fazer sucesso na Internet, ela já tinha uma grande gravadora por trás, a Capitol Records.

A jogada com Katy foi um trabalho de divulgação diferente do que se é feito normalmente: ao invés de ir direto para as rádios e canais de música na Tv, Ur So Gay, primeiro single do EP homônimo da cantora foi bombando na Internet.

A estratégia deu tão certo, que na época (2007) Katy Perry caiu nas graças até de Madonna.

Depois disso, foi um passo para o sucesso e chegar ao mundo inteiro com seus sucessos do primeiro álbum, “One Of The Boys”.

Artic Monkeys

Até 2009, o Arctic Monekys era o artista com mais cópias vendidas, em seu álbum estreia. O grupo superou a marca de nada mais, nada menos que o Oasis.

Restart

Tudo isso aconteceu graças ao interesse que o grupo despertou via Internet. A banda pode ser considerada um dos primeiros fenômenos de venda, que nasceram na rede mundial de computadores.

A curiosidade nisso tudo é que os integrantes do Arctic Monkeys nunca se interessaram em fazer divulgação de sua música pela Internet. Esse trabalho foi realizado por grupos de fãs, que entre outras coisas, criaram o MySpace da banda.

Pe Lu, Pe Lanza, Koba e Thomas formaram o grupo Restart quase um ano e meio atrás. Hoje, eles têm contrato com gravadora, primeiro disco lançado, videoclipe gravado e single nas rádios e canais de música.

Mais como eles conseguiram trilhar esse caminho tão rápido? Certamente, a Internet foi fundamental para essa rápida escalada dos garotos.

Os integrantes usam sites e redes sociais como MySpace, Twitter e Fotolog para interagir com os fãs e mobilizá-los. Não é à toa que o grupo ficou conhecido tão rapidamente.

Hoje, o Restart ainda usa a Internet para divulgar suas novidades. Foi o caso do single Nosso Verão lançado pelo MySpace da banda.

Never Shout Never

Never Shout Never é o projeto acústico do cantor Christofer Ingle, de apenas 18 anos. Ele começou a compor suas músicas cedo e em 2008 já conseguia ganhar notoriedade via MySpace, onde deixava suas composições à disposição dos visitantes.

Ele começou a ganhar mais atenção quando lançou o EP “Yippee”, em julho de 2008. Depois disso, Ingle participou ao vivo na MTV americana, com a canção Big City dreams.

Pouco menos de três anos após a criação do Never Shout never, Ingle tem uma carreira que muitos garotos de sua idade gostariam: um contrato com uma gravadora grande (Warner Bros.) e lançou seu primeiro disco, What Is Love?.

Bom, a fonte nem precisa né?!

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“Crescemos como músicos”, diz Fi

9 de fevereiro de 2010

Na ativa há muito mais tempo que alguns imaginam, o NX Zero já causava frisson na cena underground antes mesmo de assinar com a “Arsenal/Universal Music”, em 2006. O primeiro disco da banda, “Diálogo” (2004), foi lançado pela gravadora independente “Urubu Recordz” e, acreditem ou não, trazia uma sonoridade mais hardcore e menos pop rock do que músicas quais “Pela Última Vez” ou “Cedo ou Tarde”, que definitivamente firmaram o grupo nas primeiras posições das paradas das rádios e TVs brasileiras.

Em outubro de 2009 chegou “Sete Chaves”, quarto disco de estúdio do NX Zero. E se descartadas faixas como “Confidencial” e “Espero Minha Vez, pode-se dizer que a banda resgatou um tanto das distorções que influenciaram o conjunto no início da carreira. “A gente sempre ouviu hardcore tipo NOFX, Millencolin, Pennywise, No Use For a Name”, conta o guitarrista Fi Ricardo. Quer dizer então que o NX Zero deixou o hardcore de lado para virar pop? “Não é errado dizer isso. Mas na verdade acho que fomos experimentando outras formas de tocar. Nunca deixamos de ouvir e fazer hardcore”, explica.

E recentemente foi lançado o DVD “Multishow Registro: NX Zero – Sete Chaves”, que acompanha a banda durante a exaustiva rotina de shows pelo país afora e mostra imagens exclusivas do processo de gravação (recheado de detalhes) do disco “Sete Chaves” e do clipe “Cartas Para Você”.

Confira abaixo os principais trechos da entrevista que Fi concedeu ao Abril.com:

Sete Chaves
“Acho que o NX resgatou um pouco da sonoridade inicial nesse disco. E o interessante é que não foi uma coisa intencional, saca? A gente foi compondo, montando as linhas de guitarra, baixo, bateria. E quando ouvimos o resultado final pensamos todos juntos: ‘esse som está com uma pegada muito mais hardcore, mais pesada, porradaria mesmo [principalmente “Vício”]! Parece o que fazíamos no começo!’. A gente meio que passeou por outras formas de tocar, fomos descobrindo outras possibilidades… E isso foi muito bom. Deixamos de ser uma banda só de hardcore para ser uma banda que toca pop rock, rock, hardcore. Crescemos como músicos.”

Fãs
“Cara, no DVD a gente até fala disso, é engraçado! No começo nos assustávamos muito com o assédio! Coisa de maluco! Um monte de meninas se descabelando e chorando por nossa causa. A gente ainda não se acostumou com isso [risos]. A verdade é que agora sabemos que isso acontece e espera a bagunça. É incrível, mas sempre tem alguém que sabe onde e quando a gente vai estar; é impossível se hospedar num hotel anonimamente, mesmo com nomes falsos. Para dizer a verdade, a gente se assusta, mas gosta”.

“Temos ciência de que boa parte de nosso público é formado por adolescentes de 14, 15, 16 anos. Mas acho que isso não foi intencional. Fazemos a música do jeito que gostamos e o resultado foi esse. Não sentimos uma carga extra de responsabilidade, como para compor exclusivamente para esse público. Cativamos esse pessoal e achamos isso fantástico, mas tem muito mais gente que curte a banda. É legal quando tocamos em festas de peão, por exemplo; tem gente na plateia que nunca ouviu falar de NX Zero e que acaba sorrindo quando a gente toca. Isso é fantástico”.

Sucesso
“É clichê, mas sucesso é consequência. No momento estamos com tudo, mas pode ser que amanhã a gente pare de aparecer na TV, nas rádios, nas revistas. E confesso que isso não me assusta. O segredo é estar fazendo o que se gosta de fazer, e eu (e o resto dos caras também) gosto é de tocar. Se estiver rolando show, não importa muito estar na TV ou não, entende? Essa superexposição rende uma grana boa, é fato, mas ela pode acabar. E é por isso que a gente se prepara, não torra tudo em besteira. Investimos muito do que ganhamos em nós mesmos, em equipamentos, instrumentos, todos têm casa própria, carro. Espero que não aconteça, mas a fonte pode jorrar menos do que está fazendo agora, saca? Todos têm a cabeça no lugar, não somos malucos”.

“No começo, quando tocávamos no Hangar 110 [tradicional casa de shows underground paulistana] quase todo final de semana, abríamos shows para muitas bandas que curtimos, como o Sugar Kane, por exemplo. E hoje conquistamos um espaço que eles não têm. Mas o legal é que a amizade continua pra valer; eles estão felizes com o nosso sucesso”.

Bom-mocismo
“É simples: a gente não precisa subir ao palco e mostrar que somos beberrões, que falamos palavrão. Gostamos é de tocar. Cada um descobre essas coisas por si mesmo, entende? Não precisamos provar nada para ninguém.”

Fonte: Abril

Ois gnt! Ontem num postei né?! Sorry ;]

Assim, nada a ver com Nx nem com o resto do que falo aqui no blog, mas sou só eu que amo o Jean Luc Bilodeau??
Axo ele Lindooo! Só que agora, porque quando ele era mais novinho… Não precisa completar, concordam?
Mas ainda tenho o Bruno, o Pe Lanza… Insubstituíveis.
Só comentei isso, pq falei dele pra uma guria e ela não fazia ideia de quem era…

Bom, Xau, vou baixar umas músicas novas pro pc, pq minha mae vai viaja, eu vou ficar sozinha em casa…
Vejamos o que vou aprontar uahuahuahuahau
:* Bjooo

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Fotos do Planeta Atlântida 2010

7 de fevereiro de 2010

Oi, vim trazer algumas fotos pra vocês!

Essas são em 3D > Corre pegar (ou fazer) seus óculos!


E agora as “normais”:

Di Lindooo

E a galera do Área restrita

> Não achei fotos do Cine nem do Hevo, mas se vocês acharem podiam me avisar, daí eu colocava aqui néah??

Tá bom, não precisa *_*

Xau amores :*

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Fiuk, o galã do Palco Voador

7 de fevereiro de 2010

Se depender do entusiasmo das fãs que ocuparam o terreno do Palco Voador na madrugada de sábado, a banda paulista Hori é forte candidata ao Palco Central do Planeta Atlântida 2011.

Com o vocalista Fiuk – ator do seriado Malhação ID e filho de Fábio Jr. – à frente, o quinteto debutou no festival mostrando energia e carisma suficientes para mobilizar boa parte da multidão de planetários.

Já eram 3h de sábado quando a trupe paulista começou seu show. Foi o pico de público no Palco Voador, que já tinha tido boas plateias para bandas como Área Restrita, Hevo84 e Cine. No caso da Hori, era fácil explicar a expectativa do público: aos 19 anos, Fiuk (nome artístico de Filipe Galvão) já é um jovem galã, graças à presença no elenco de Malhação ID. Bastou ele aparecer na lateral do palco, antes de a performance começar, para as meninas gritarem o nome da banda.

Ao longo do show, Fiuk assumiu o papel de frontman, conduzindo o público e descendo do palco para chegar mais perto da plateia. Em resposta, ouviu o coro apaixonado das fãs (“Lindo, tesão, bonito e gostosão”) e sorriu. Mas a Hori parece não querer se sustentar apenas pela estampa do vocalista.

Em quase uma hora de show, o grupo – completado pelo baterista Xandy Bispo, pelo baixista Fê Campos e pelos guitarristas Max Klein e Renan Augusto – tocou com vontade um repertório roqueiro simples e direto, mas livre dos padrões de velocidade da vertente emocore em voga no rock brasileiro.

O espírito coletivo da banda ficou evidente na rápida entrevista concedida no camarim. O pedido de uma conversa exclusiva com Fiuk foi negado: a Hori só falaria se todos estivessem presentes. Juntos, os cinco mostraram bom humor – deram risada do vocabulário porto-alegrês do repórter e da perspectiva de estrear no Rio Grande do Sul (“Já viemos outras três vezes, é você que não lembra”, brincou Fiuk). O vocalista acabou respondendo a maior parte das perguntas. Disse que a escolha de Quem Eu Sou? para a trilha de Malhação ID foi independente do convite para ele atuar no seriado, e revelou que é justamente da rotina cada vez mais atribulada de shows e viagens que vem a inspiração para as composições da Hori.

– A gente faz show porque a gente ama fazer – resumiu ele.

O quiteto contou que vai lançar em breve um novo single e lembrou de quando eles assistiam ao Planeta Atlântida na TV e sonhavam em participar do festival.

– Estamos realizando um sonho, mas é pela metade, porque queremos mesmo é tocar no Palco Central – disse o guitarrista Renan.

Fonte: Zero Hora

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Nx antes do show no Planeta 2010

7 de fevereiro de 2010

Antes do show que aconteceu agora a pouco (mais ou menos 2h40min) no planeta atlantida Rs o Nx foi pra Twitcan e colocou esses vídeos:

E já que estamos falando de Twitcan e nx, aqui vai u vídeo do Thominhas cantando Além de mim:

Estou me perguntando até agora: como eu ainda não tinha visto esse vídeo???