Posts Tagged ‘DH’

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Não sou gay, afirma vocalista da banda Cine

12 de fevereiro de 2010

O vocalista da banda Cine, DH, se viu envolvido em uma polêmica sobre a sua sexualidade nos últimos dias. Um dos participantes do Big Brother Brasil 2010, Serginho, disse que o jovem músico havia se relacionado sexualmente com outro homem.
Ao R7, DH garantiu que é heterossexual.

– Não sou gay. A turma olha os nossos cabelos e roupas coloridas e fica achando que a gente é. Respeito os homossexuais, mas não sou um deles.

Ainda em entrevista, o artista contou que as fãs já estão planejando tirar Serginho do reality show.

– Quando ele for para o paredão, elas irão votar nele. Já disse que não precisam fazer isso, para deixar essa história para lá.

Vida profissional
Para 2010, o Cine pretende excursionar por todo o Brasil e lançar seu primeiro DVD.

– Depois de todas as vitórias no ano passado [como prêmios no Video Music Brasil, da MTV e do canal Multishow, e o título de artista mais acessado do MySpace Brasil], queremos honrar as nossas conquistas com música e shows de primeira.

fONTE: R7

É obvio que ele não é gay, calúnias…

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Integrante da banda Cine não gostou de ouvir Sérgio do BBB falar sobre ele

20 de janeiro de 2010

O vocalista da banda Cine, Diego Cunha Silveira, está revoltado com uma fala do participante Sérgio,do Big Brother Brasil (Globo). O participante falou que ele teria ficado com um amigo dele.

O cantor desabafou no Twitter:

– Esse falatório que está rolando aí é tudo mentira… Vou tomar minhas providências sobre o assunto […] Um big brother fala besteira em rede nacional e causar o que está causando aqui para mim é o limite da paciência.

O músico, que chegou a falar em lei, numa possível ameaça de processar o BBB, afirmou que não quer tirar proveito da situação.

– Falem bem, falem mal, mas falem de mim. Peixe morre pela boca. Não quero ibope, não quero grana, não quero intriga, quero o justo! Como todo mundo.

Fonte: R7

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Entrevista com o DH

31 de dezembro de 2009

Eles começaram há pouco mais de cinco anos, quando ainda iam a shows no Hangar 110, em São Paulo, e sonhavam em subir no palco onde suas bandas preferidas tocavam. Hoje, os integrantes da banda Cine conseguiram superar o sonho de quando começaram tudo e mais: conquistaram seu espaço com sonoridade e estilo próprios.

As influências são diversas, mas a principal não está apenas no som. Está também no visual. O colorido dos anos 80 e o bordão “Dance, não se canse” são as marcas registradas do Cine, que vem atraindo cada vez mais uma legião maior de fãs.

Não é à toa que a banda já foi escalada para abrir os shows dos fênomenos “teen” Jonas Brothers e McFly, no Brasil. Recentemente, o grupo também ganhou uma indicação a revelação do Prêmio Multishow. E não bastasse isso tudo, 2009 ficou ainda mais especial para Dh (vocal), Bruno (baixo), Dan (guitarra), Dave (batera) e Dash (DJ), com o lançamento de “Flashback”, primeiro disco de estúdio da banda.

Conversamos com o vocalista do Cine, que falou sobre o começo deles, as influências e os planos do grupo daqui pra frente. Com muito bom humor, DH respondeu às nossas perguntas e revelou algumas curiosidades. Confira:

Como e quando vocês iniciaram a banda?

A gente se conheceu no colégio, eu e o Dan (guitarrista) e queríamos tocar em um festival em nosso colégio. Depois disso, conhecemos o Dave (baterista) e o Bruno (baixista), formando assim a banda, que se chamava então Without Shoes, em 2004.

Só que não deu certo e, em 2007, com os mesmos integrantes formamos o Cine com uma proposta mais dançante, com influências oitentista, noventista. E depois disso, o Dash (Dj) entrou.

Hoje, fica visível na sonoridade de vocês a influência do Pop oitentista. Porém, como vocês mesmos afirmaram em entrevistas anteriores, a vontade de formar uma banda veio dos shows de punk e hardcore melódico. Foi difícil pra você escrever músicas com essa mistura de sonoridades?

Na verdade, nem foi tão complicado, assim como se imagina. Eu lembro de ir para o colégio com o meu pai e ele ouvindo rádios, com umas baladas anos 80, com bandas como Simple Minds e A-Ha. Então, eu já tinha essa influência.

O visual de vocês é marcante, não apenas pelo estilo, mas pela diversidade das cores. Vocês consideram o visual um detalhe muito importante para o Cine?

Quando a gente começou com o Cine, já tivemos a idéia de ter esse visual um pouco mais pra cima, como o Blink 182, na fase do disco Enema Of The State, quando usavam roupas assim.

Outras bandas influenciaram também, como o Cobra Starship, que usavam faixas na cabeça e a gente achava isso legal. Começamos a usar aos poucos os acessórios e acabou que o nosso público começou a usar isso também e ir aos shows usando essas roupas características, começou uma ceninha em volta disso, sabe. E outras bandas também começaram a ter esse visual. A gente foi meio que precursor. De início a galera achava meio estranho, pensavam: “Que isso, o que eles estão tentando fazer?” Mas depois foram entendendo a proposta e acabaram gostando.

Vocês fazem questão de se distanciar do rótulo “emo”, aceitando até melhor, com bom humor, a definição “boy band”. Então, contem para a gente quais são as vantagens em ser uma “boy band”, na opinião de vocês.

A gente brinca com isso sabe, porque nos nossos shows tem 95 por cento de meninas. E elas que foram brincando e criando esse rótulo. Depois demos uma escrachada, dizendo que preferíamos ser uma boy band porque todos os caras são bonitinhos, cantam bem e tá cheio de mulher atrás deles. (risos)

E vocês nunca tiveram atração pela cena “emo”?

A gente tinha uma banda que tocava nessa cena, que era o Without Shoes. Só que a gente tinha a pegada mais rápida, não melódico que caia mais para o “emo”.

Mas, o Cine nunca teve a intenção de seguir para o “emo” e sempre teve uma proposta mais pra cima e visual colorido, “vamos pra balada, curtir”, sabe?

Mais

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Banda Cine dá dicas para os finalistas do HIT Zero

25 de outubro de 2009

Os integrantes da banda Cine, em visita ao estúdio do Terra para a participação em um chat, deram dicas paras as bandas finalistas do concurso HIT Zero, que levará um artista para abrir um dos palcos do Planeta Terra Festival 2009.
O vocalista DH afirma que pensar no show, mesmo que curto, é uma das coisas mais importantes: “Não importa quantos minutos são, o show tem que ser coeso. Tem que ter uma boa música para abrir e para encerrar a apresentação. Nada de terminar com uma música lenta.”
DH também alerta para o cuidado com a plateia. “Eles não estão ali por acaso. Converse com o público, é a chance de conquistar quem não conhece a banda”, afirma o vocalista.
Bruno, o baixista da Cine, atenta para detalhes técnicos: “É importante checar várias vezes se todos os instrumentos estão afinados e funcionando. A pior coisa é descobrir que algo está errado só na hora em que você está no palco.”
Bruno também diz que o melhor é “ser você mesmo”, sem tentar imitar ninguém ou criar um personagem.
Se o nervosismo antes do show aparecer, DH dá a dica: “Tomar bastante água, se for beber uma cervejinha, nada de abusar. Um alongamento e um aquecimento também ajudam a relaxar os músculos. Aí é subir no palco e fazer o seu show.”

Fonte: Terra